indice humor    
Piadas de Portugas
Dois brasileiros estão andando pelo cais do porto, em Lisboa, quando vêem uma placa: Ternos 10 euros, Camisas 2 euros e calças, 5 euros.
O primeiro vira para o segundo e diz:
— É muito barato, nós podemos comprar várias peças e levar para o Brasil para revender. Vamos ganhar uma fortuna!
O segundo concorda e completa:
— Vamos lá. Mas deixe que eu falo, pois meu pai é português e eu sei imitar o sotaque. Se eles perceberem que somos brasileiros não vão querer vender para nós.
Os dois entram na loja e pedem 50 ternos, 100 camisas e 100 calças, com sotaque perfeito. A atendente diz:
— Vocês são brasileiros, não são?
Espantado, o filho do português diz:
— Como você descobriu?
E a mulher:
— Porque aqui é uma lavanderia.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: um francês, um inglês e um português.
Para a prova final, os agentes da CIA puseram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter a certeza de que seguem instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias.
Então, dizem ao francês:
- Atrás desta porta você vai encontrar a sua mulher sentada numa cadeira. Você terá que matá-la!
- Estão falando sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde o agente.
Ao Inglês deram as mesmas instruções. Ele pegou na arma e entrou na sala. Durante 5 minutos, tudo muito calmo. Depois ele regressou com as lágrimas nos olhos.
- Tentei mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue sua mulher e vá embora.
Chegou então a vez do portuga. Deram-lhe as mesmas instruções. Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro... a seguir gritos, barulho de móveis quebrando, etc.... Após alguns minutos, silêncio total. A porta se abre lentamente e o portuga sai, limpa o suor e diz:
- Bem que vocês podiam ter dito que os tiros eram de festim!... Tive que matar a infeliz a cadeiradas!

No restaurante, Manoel se abre para o seu melhor amigo:
- "Eu sou o gajo mais feliz do mundo! A minha mulher me ama de verdade!"
- "Ora pois" - estranha o amigo - "E por que você está falando isso justo agora?"
- "Ah, ontem eu fiquei de cama por causa de uma gripe forte e ela me surpreendeu!"
- "Continuo sem entender, Manoel"
- "Calma, deixa eu terminar!
Ela estava tão feliz de eu estar em casa que não conseguia se conter!
Para qualquer pessoa que batia a nossa porta, até pro carteiro e pro leiteiro, ela gritava, cheia de entusiasmo:
- "O meu marido está em casa! O meu marido está em casa!"

Maria, no leito de morte, decidiu confidenciar ao Manoel:
- Manoel, sabes que o nosso filho mais velho, não é teu filho?!?!
Manoel muito tranqüilo, responde:
-Meria, isto não tem problema algum...
Maria, muito intrigada com toda a calma do Manoel, indaga-lhe:
- Escutas ó Manoel!! Veja se entendes! Estou a dizer-lhe que o filho não é teu! Ó homem de Deus! E Manoel novamente responde:
- Pois, pois... eu entendi, ó Meria.
- Ai, Jisus!! Por que raios então tu não estás azoado e ficas tão tranqüilo?!
Finalmente, Manoel responde:
- Pois... sabes ó Meria, que o nosso filho mais novo não é tambaim teu filho?
Maria rebate:
- Como não é meu, ó homem de Deus? Se eu carreguei o infiliz na minha barriga por nove meses?!
- Meria, lembra-te quando tu estavas na maternidade e me pediste para trocar o menino, porque ele estava todo cagado? Pois baim... eu o troquei por um limpinho que estava ao lado.

Quatro soldados de diferentes países (um americano, um japonês, um espanhol e um português) encontravam-se presos em um campo de concentração.
O sádico diretor do campo, disposto a divertir-se com esses pobres soldados, resolveu promover um teste: todos deveriam contar piadas. Se as piadas fossem boas e todos da prisão rissem (incluindo o diretor), suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento...
E chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram, menos o português. O diretor, assistindo a impassividade do português, clamou: "Matem esse americano sem graça!!"
E lá se foi o pobre gringo...
O próximo era o japonês: contou uma piada ainda mais engraçada que ele tinha lido.
Mais uma vez, todos riram, menos o português. Perante o rosto sério do lusitano, o diretor ordenou: "Matem esse japonês que não sabe contar piadas!"
E chegou a vez do espanhol. Assim que começou, o português caiu na risada.
E passou a rir sem parar! O diretor, não entendendo o ocorrido, perguntou ao português:
- Mas, homem, o espanhol mal começou a contar a piada... Do que está rindo?
- Muito boa a piada do americano!

Um Turco pediu dinheiro emprestado para um Judeu, acontece que o Turco se gabava de nunca ter pago uma dívida sequer e por outro lado o Judeu nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma. Passava-se o tempo e o Turco enrolando e se escondendo do Judeu e este na captura do Turco. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um Português e começaram uma discussão. O Turco encurralado não encontrou outra saída, pegou um revólver encostou na sua cabeça e disse:
- Eu posso ir para o inferno mas, não pago esta dívida!
E puxou o gatilho, caindo morto no chão. O Judeu não quis deixar por menos, pegou o revólver do chão, encostou na sua cabeça e disse:
- Eu vou receber esta dívida, nem que seja no inferno!
E puxou o gatilho, caindo morto no chão. O Português que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou na sua cabeça e disse:
- Pois eu, não perco esta briga por nada...

Um fazendeiro português comprou vários porcos e porcas porque queria começar uma criação de suínos na fazenda e assim produzir presuntos, bacons, etc...
Depois de várias semanas, notando que nenhuma das porcas emprenhara, ligou para o veterinário pedindo ajuda. O veterinário disse ao português que ele teria que fazer inseminação artificial.
O português não tinha a menor idéia do que era aquilo, mas não querendo demonstrar ignorância, concordou e perguntou ao veterinário como saber quando as porcas estariam prenhas.
O veterinário disse que elas parariam de ficar andando e iriam mergulhar na lama o dia todo.
O português desligou, começou a pensar e chegou à conclusão que inseminação artificial significava que ele mesmo teria que emprenhar as porcas. Então ele colocou as porcas na Kombi, foi para o meio do mato, transou com cada uma delas, voltou para a fazenda e foi para a cama.
Na manhã seguinte, vendo que as porcas continuavam andando pra lá e pra cá, ele concluiu que teria que fazer tudo de novo. Colocou de novo as porcas na Kombi, foi para o meio do mato, transou com cada uma duas vezes para garantir, voltou para a fazenda e foi para a cama.
Na manhã seguinte, ele foi ver as porcas e elas continuavam andando pra lá e para cá.
Bem, teria que fazer tudo de novo...
Colocou mais uma vez as porcas na Kombi, foi para o meio do mato, passou o dia transando com cada uma delas várias vezes, voltou para a fazenda e, esgotado, foi para a cama.
Na manhã seguinte ele nem conseguia abrir os olhos, muito menos levantar para olhar as porcas. Ele pediu a mulher para dar uma olhada e ver se as porcas estavam na lama.
"Não", disse ela... "estão todas na Kombi e uma delas não pára de buzinar..."

O Joaquim recebe um pacote do correio, enviado pelo filho que está estudando nos Estados Unidos. Ansioso, abre o pacote: trata-se de um espelho com uma bela moldura. Ao ver sua imagem refletida, ele vai correndo chamar a mulher:
- Ó Maria! Veja, o nosso filho nos mandou um retrato. Coitadinho, olha só como ele está acabado! Parece que já tem 70 anos.
A Maria, que está olhando pro espelho por cima do ombro do Joaquim, completa:
- Também, olha a cara do canhão que ele está namorando!

< Anterior topo 

 
Copyright © 2006 New Net da Barra Comércio de Equipamentos de Informática Ltda - direitos autorais - fale conosco
indice humor